PAGANDO CALCINHA

UM BLOG TEEN & ADULTO, teremos diversão adolescente, umas pegadas, revistas, conteudo teen, nada porno porem me reservo a dizer que calcinha vai aparecer! Então se divirtam se! E meninas se quiser enviem quantas fotos quiserem. Sensualidade e diversão!

 
Bruce Lee (1994)Mini-Série trazendo o maior ícone do Kung Fu em novas aventuras. Bruce Lee (chinês: 李振藩; pinyin: Lǐ Zhènfán) (São Francisco, 27 de novembro de 1940 — Hong Kong, 20 de julho de 1973) foi um ator Sino-americano e um dos artistas marciais mais importantes do século XX, responsável pela popularização dos filmes de Hong Kong. É o criador do Jeet Kune Do e considerado um dos maiores lutadores de Artes Marciais de todos os tempos
Scans por Chris Andreas001 002 003 004 005 006
 

Bruce Lee (1994)

Mini-Série trazendo o maior ícone do Kung Fu em novas aventuras. Bruce Lee (chinês: 李振藩; pinyin: Lǐ Zhènfán) (São Francisco, 27 de novembro de 1940 — Hong Kong, 20 de julho de 1973) foi um ator Sino-americano e um dos artistas marciais mais importantes do século XX, responsável pela popularização dos filmes de Hong Kong. É o criador do Jeet Kune Do e considerado um dos maiores lutadores de Artes Marciais de todos os tempos

Scans por Chris Andreas

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— 1 year ago with 1 note
#BRUCE LEE  #HQ  #GIBIS 

RIMA - A PRINCESA DAS SELVAS - EBAL

scan http://guiaebal.com/oheroi06.html

MAIS UMA GATINHA DAS SELVAS
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01 - Fevereiro de 1975

— 1 year ago with 1 note
#RIMA  #EBAL 
Let’s talk about sex

No Brasil e no mundo há poucas obras teóricas sobre o erotismo nos quadrinhos, conheça um pouco mais sobre elas
Por Nobu ChinenO tema é sempre polêmico, porém, instigante. Para alguns, puro fetiche; para outros, tabu. Sim, respeitável público, estamos falando de sexo. Mais precisamente de sexo nos quadrinhos. E, sendo mais explícito (ops!), de livros que tratam de sexo nos quadrinhos. São raros os autores que dedicaram um olhar mais atento e específico a esse gênero. Se bem que, de modo geral, os estudiosos incluam um capítulo sobre o tema em suas obras e as enciclopédias de HQs não omitam os principais personagens do ramo. Mesmo estando desatualizada, a obra que serve como referência continua sendo o excelente livro francês Erotisme et Pornographie dans la Bande Dessinée, de Michel Bourgeois, editado em 1981 pela Jacques Glénat. Esse estudo clássico faz um levantamento (epa!) bem amplo, começando pelos quadrinhos norte-americanos da década de 1930. É um trabalho muito oportuno, pois na época de seu lançamento refletia um momento particularmente rico da produção européia, em que despontavam nomes como Guido Crepax, Georges Pichard e Moebius. Vivia-se os gloriosos anos da famosa Métal Hurlant e de sua congênere americana Heavy Metal, que exploravam o sexo e o erotismo em doses anabolizadas. Mas o livro também dava uma passeada, obrigatória por sinal, nos quadrinhos underground dos anos 60 e 70, igualmente generosos em cenas de sexo. No Brasil, não há nada remotamente parecido. Os desavisados talvez possam se iludir com o título Quadrinhos, Sedução e Paixão, de Moacy Cirne, mas dentre os diversos capítulos que formam seu interessante conteúdo, apenas um é sobre erotismo nas HQs. O livro Psicologia e História em Quadrinhos, de Francisco Assumpção, cujo escopo até permite uma abordagem um pouco mais apropriada ao tema, dedica-se apenas parcialmente à sexualidade dos heróis dos gibis. Quatro livros tratam dos quadrinhos de sexo explícito ou “catecismos”. O Quadrinho Erótico de Carlos Zéfiro, de Otacílio d’Assunção Barros, e A Arte Sacana de Carlos Zéfiro, de Joaquim Marinho, são dedicados ao desenhista que, oculto sob pseudônimo, fez muito sucesso na décadas de 1950 e 1960. Sua obra, que virou cult (a ponto de ilustrar a capa de um dos CDs de Marisa Monte), possui mais fama pela ousadia do que propriamente pela qualidade artística. Os Alunos Sacanas de Carlos Zéfiro, também de Joaquim Marinho, mostra o trabalho de artistas influenciados pelo estilo de Zéfiro. Já Sacanas Made in USA, de Domingos Demasi, traz uns poucos textos de comentário e reproduções de alguns eight pagers, também conhecidos como dirty comics ou tijuana bibles, as revistinhas de quadrinhos de sacanagem publicadas nos anos 1930 e 40, nos Estados Unidos, que utilizavam personagens famosos como Popeye e Dick Tracy, e se tornaram objeto de cobiça dos colecionadores. Aliás, o livro americano Tijuana Bibles, de Bob Adelman, é uma edição de luxo, com prefácio de Art Spiegelman e trata do mesmíssimo tema, mas com muito mais profundidade (hã… sem trocadilho).  Os livros nacionais citados, além de serem restritos a uma única vertente, a dos quadrinhos marginais distribuídos clandestinamente, também são limitados como referência teórica. Uma única editora brasileira publicou os três livros cujo conteúdo é predominantemente voltado ao erotismo nas HQs e tem relevância significativa para o estudos dos quadrinhos: a Opera Graphica. Curiosa e sintomaticamante, os três títulos dão ênfase à figura feminina, às personagens sensuais e provocantes que povoam a imaginação e alimentam a fantasia dos leitores de HQs, sabidamente, um público de predominância masculina e adolescente, com hormônios em plena ebulição. O primeiro livro é As Sedutoras dos Quadrinhos, de Marco Aurélio Lucchetti, uma minienciclopédia que trata das mais sensuais e importantes personagens femininas divididas em verbetes que cobrem - ou descobrem - desde Jane e Betty Boop até Druuna e Lara Croft, passando por Vampirella e a brasileira Mirza, de Eugenio Collonnese. Nota-se a intromissão, provavelmente voluntária, de uma ou outra beldade que se tornou célebre não exatamente nos quadrinhos, como a pin-up Betty Page, mas que tem todos os méritos para figurar entre as demais heroínas. A segunda obra é As Taradinhas dos Quadrinhos, de Franco de Rosa, um livro de bolso com conteúdo bastante sucinto sobre as mais apetitosas garotas das HQs. Uma edição de minúsculas proporções, mas grande o bastante para introduzir o assunto (novamente, sem trocadilho) e despertar o interesse pelas tais sexy girls. E, finalmente, o mais recente lançamento do gênero: Tentação à Italiana, de Gonçalo Júnior (leia aqui uma entrevista com ele). Uma produção primorosa, extremamente caprichada, com direito a formato gigante, capa dura, impressão em papel especial e projeto gráfico sofisticado. Um padrão inédito para livros sobre quadrinhos editados no Brasil. Como o nome indica, o autor se restringe às criações italianas, mas o faz de maneira muito competente e abrangente, com a inclusão de menções à influência da estética e do cinema daquele país. Além do mais, a “escola” erótica da “bota” é responsável por algumas das mais belas e excitantes imagens dos quadrinhos em todos os tempos, o que por si já justifica um volume dedicado a essa produção. O livro faz uma análise geral de vários autores de diversas épocas, mas o estudo em detalhes se concentra na obra de três grandes feras: Guido Crepax, o requintado autor de Valentina; Milo Manara, cujo traço deu vida a belíssimas e fogosas mulheres, e Paolo Eleuteri Serpieri, criador das deslumbrantes formas da heroína pós-apocalíptica Druuna. Tudo escrito num estilo irretocável e generosamente ilustrado. Estes três livros compõem uma boa biblioteca básica de um segmento que é, provavelmente, o mais interessante dos quadrinhos eróticos. Talvez não sejam suficientes para saciar as necessidades de quem espera encontrar um manual no estilo “Tudo o que Você Queria Saber sobre Sexo. E com Balões”, mas tanto nas HQs como na vida real, é melhor ser um exímio especialista a respeito de poucas e boas, a ter somente um conhecimento superficial sobre muitas. Sejam elas sedutoras, taradinhas ou outras tentações.Nobu Chinen é redator publicitário nos dias úteis e apreciador de quadrinhos nos dias inúteis e não resiste a uma boa tentação, desde a época da Edrel.

Let’s talk about sex

No Brasil e no mundo há poucas obras teóricas sobre o erotismo nos quadrinhos, conheça um pouco mais sobre elas

Por Nobu Chinen

Erotisme et Pornographie dans la Bande DessinéeO tema é sempre polêmico, porém, instigante. Para alguns, puro fetiche; para outros, tabu. Sim, respeitável público, estamos falando de sexo. Mais precisamente de sexo nos quadrinhos. E, sendo mais explícito (ops!), de livros que tratam de sexo nos quadrinhos.

São raros os autores que dedicaram um olhar mais atento e específico a esse gênero. Se bem que, de modo geral, os estudiosos incluam um capítulo sobre o tema em suas obras e as enciclopédias de HQs não omitam os principais personagens do ramo.

Mesmo estando desatualizada, a obra que serve como referência continua sendo o excelente livro francês Erotisme et Pornographie dans la Bande Dessinée, de Michel Bourgeois, editado em 1981 pela Jacques Glénat. Esse estudo clássico faz um levantamento (epa!) bem amplo, começando pelos quadrinhos norte-americanos da década de 1930. É um trabalho muito oportuno, pois na época de seu lançamento refletia um momento particularmente rico da produção européia, em que despontavam nomes como Guido Crepax, Georges Pichard e Moebius. Vivia-se os gloriosos anos da famosa Métal Hurlant e de sua congênere americana Heavy Metal, que exploravam o sexo e o erotismo em doses anabolizadas. Mas o livro também dava uma passeada, obrigatória por sinal, nos quadrinhos underground dos anos 60 e 70, igualmente generosos em cenas de sexo.

O Quadrinho Erótico de Carlos Zéfiro No Brasil, não há nada remotamente parecido. Os desavisados talvez possam se iludir com o título Quadrinhos, Sedução e Paixão, de Moacy Cirne, mas dentre os diversos capítulos que formam seu interessante conteúdo, apenas um é sobre erotismo nas HQs. O livro Psicologia e História em Quadrinhos, de Francisco Assumpção, cujo escopo até permite uma abordagem um pouco mais apropriada ao tema, dedica-se apenas parcialmente à sexualidade dos heróis dos gibis.

Os Alunos Sacanas de Carlos Zéfiro Quatro livros tratam dos quadrinhos de sexo explícito ou “catecismos”. O Quadrinho Erótico de Carlos Zéfiro, de Otacílio d’Assunção Barros, e A Arte Sacana de Carlos Zéfiro, de Joaquim Marinho, são dedicados ao desenhista que, oculto sob pseudônimo, fez muito sucesso na décadas de 1950 e 1960. Sua obra, que virou cult (a ponto de ilustrar a capa de um dos CDs de Marisa Monte), possui mais fama pela ousadia do que propriamente pela qualidade artística. Os Alunos Sacanas de Carlos Zéfiro, também de Joaquim Marinho, mostra o trabalho de artistas influenciados pelo estilo de Zéfiro. Já Sacanas Made in USA, de Domingos Demasi, traz uns poucos textos de comentário e reproduções de alguns eight pagers, também conhecidos como dirty comics ouSacanas Made in USA tijuana bibles, as revistinhas de quadrinhos de sacanagem publicadas nos anos 1930 e 40, nos Estados Unidos, que utilizavam personagens famosos como Popeye e Dick Tracy, e se tornaram objeto de cobiça dos colecionadores. Aliás, o livro americano Tijuana Bibles, de Bob Adelman, é uma edição de luxo, com prefácio de Art Spiegelman e trata do mesmíssimo tema, mas com muito mais profundidade (hã… sem trocadilho).

Os livros nacionais citados, além de serem restritos a uma única vertente, a dos quadrinhos marginais distribuídos clandestinamente, também são limitados como referência teórica.

Uma única editora brasileira publicou os três livros cujo conteúdo é predominantemente voltado ao erotismo nas HQs e tem relevância significativa para o estudos dos quadrinhos: a Opera Graphica.

As Sedutoras dos Quadrinhos Curiosa e sintomaticamante, os três títulos dão ênfase à figura feminina, às personagens sensuais e provocantes que povoam a imaginação e alimentam a fantasia dos leitores de HQs, sabidamente, um público de predominância masculina e adolescente, com hormônios em plena ebulição.

O primeiro livro é As Sedutoras dos Quadrinhos, de Marco Aurélio Lucchetti, uma minienciclopédia que trata das mais sensuais e importantes personagens femininas divididas em verbetes que cobrem - ou descobrem - desde Jane e Betty Boop até Druuna e Lara Croft, passando por Vampirella e a brasileira Mirza, de Eugenio Collonnese. Nota-se a intromissão, provavelmente voluntária, de uma ou outra beldade que se tornou célebre não exatamente nos quadrinhos, como a pin-up Betty Page, mas que tem todos os méritos para figurar entre as demais heroínas.

As Taradinhas dos Quadrinhos A segunda obra é As Taradinhas dos Quadrinhos, de Franco de Rosa, um livro de bolso com conteúdo bastante sucinto sobre as mais apetitosas garotas das HQs. Uma edição de minúsculas proporções, mas grande o bastante para introduzir o assunto (novamente, sem trocadilho) e despertar o interesse pelas tais sexy girls.

E, finalmente, o mais recente lançamento do gênero: Tentação à Italiana, de Gonçalo Júnior (leia aqui uma entrevista com ele). Uma produção primorosa, extremamente caprichada, com direito a formato gigante, capa dura, impressão em papel especial e projeto gráfico sofisticado. Um padrão inédito para livros sobre quadrinhos editados no Brasil. Como o nome indica, o autor se restringe às criações italianas, mas o faz de maneira muito competente e abrangente, com a inclusão de menções à influência da estética e do cinema daquele país. Além do mais, a “escola” erótica da “bota” é responsável por algumas das mais belas e excitantes imagens dos quadrinhos em todos os tempos, o que por si já justifica um volume dedicado a essa produção.

Tentação à Italiana O livro faz uma análise geral de vários autores de diversas épocas, mas o estudo em detalhes se concentra na obra de três grandes feras: Guido Crepax, o requintado autor de Valentina; Milo Manara, cujo traço deu vida a belíssimas e fogosas mulheres, e Paolo Eleuteri Serpieri, criador das deslumbrantes formas da heroína pós-apocalíptica Druuna. Tudo escrito num estilo irretocável e generosamente ilustrado.

Estes três livros compõem uma boa biblioteca básica de um segmento que é, provavelmente, o mais interessante dos quadrinhos eróticos. Talvez não sejam suficientes para saciar as necessidades de quem espera encontrar um manual no estilo “Tudo o que Você Queria Saber sobre Sexo. E com Balões”, mas tanto nas HQs como na vida real, é melhor ser um exímio especialista a respeito de poucas e boas, a ter somente um conhecimento superficial sobre muitas. Sejam elas sedutoras, taradinhas ou outras tentações.

Nobu Chinen é redator publicitário nos dias úteis e apreciador de quadrinhos nos dias inúteis e não resiste a uma boa tentação, desde a época da Edrel.

— 1 year ago with 1 note
#QUADRINHOS EROTICOS 

MILO MANARA - Curta Metragem

Courts Metrages. 66 págs. 1989. L&PM Editores. Coleção Quadrinhos.
Um álbum que, tal como o nome indica, reúne oito “curtas metragens”, ou seja, oito pequenas histórias independentes com um denominador comum: são todas sátiras sutis que, por meio do fantástico, vão caricaturando situações ou personalidades retiradas da realidade, em que os desejos, os receios e o subconsciente das personagens são explorados de forma exemplar. E, como não podia deixar de ser numa obra de Manara, apesar de indiretamente indicadas para o público masculino, as mulheres (que sempre se destacam pela inteligência e sutileza) e o erotismo assumem sempre o papel principal.

— 1 year ago with 7 notes
#MANARA  #MILO MANARA 
ARTISTAS QUE VIRARAM HISTORIAS EM QUADRINHOS NO BRASIL



Nas décadas de 1940 a 1980, com frequência, nomes destacados da política, da história e das artes do Brasil costumavam ganhar versões em quadrinhos. Em sua quase totalidade, eram edições especiais biográficas. Nada, porém, que os transformasse em astros dos gibis.
Nos anos 1950, a La Selva encabeçou as exceções que confirmavam essa regra e sacudiu o mercado com uma proposta diferente.


Apostando em nomes de sucesso dos filmes de comédia da época, a editora publicou títulos como Oscarito e Grande Otelo e Mazzaropi, ambos chegando até a década seguinte nas bancas.

Nas HQs, os comediantes viviam as mais diversas aventuras, em cenários e situações que, embora muitas vezes familiares ao que o público via nos filmes, não economizavam na imaginação. Coordenadas por Jayme Cortez, as histórias contavam, dentre outros desenhistas, com o já consagrado Messias de Mello - considerado, até hoje, o melhor e mais destacado quadrinhista alagoano de todos os tempos.


A La Selva também lançou gibis estrelados por Carequinha, Arrelia e Fuzarca, famosos palhaços que, durante muito tempo, fizeram a alegria das crianças nos circos, no rádio e na TV. Acompanhados de Fred, Pimentinha e Torresmo, seus respectivos ajudantes - ou “escadas”, no jargão dos humoristas -, eles também conquistaram os quadrinhos em aventuras que não se passavam apenas num circo e marcaram o início de carreira de muitos artistas, como Julio Shimamoto (que assinou os desenhos de várias HQs da revista Carequinha e Fred). Mas foi no final dos anos 1970 que teve início uma nova fase das celebridades do Brasil nos quadrinhos, numa onda que atravessou a década de 1980, começou a diminuir na seguinte e se diferenciou por transformar as personalidades da mídia em crianças. Conheça ou relembre alguns gibis que ajudaram a eternizar muitas celebridades brasileiras. E não se espante se - independentemente da qualidade editorial de grande parte deles - reconhecer que vários dessas publicações marcaram sua infância.Os Trapalhões (Bloch, 1976) - Uma das mais cultuadas revistas em quadrinhos produzidas no Brasil. O saudoso quarteto de humoristas protagonizou nos gibis as mais loucas aventuras, nas quais o politicamente incorreto dava o tom das piadas sobre política, religião, gays, mulheres e outros temas palpitantes, não poupando nem mesmo outras celebridades (nacionais ou estrangeiras).
No final dos anos 1980, os personagens migraram para a Editora Abril, virando crianças e mudando o conceito de suas histórias, mais conectadas ao mundo infantil.
Pelezinho (Abril, 1977) - Inspirado no rei do futebol, o personagem inaugurou a era das versões infantis das celebridades. Acompanhado de uma carismática galeria de coadjuvantes - que competiam com ele na preferência dos fãs e eram, em sua maioria, baseados nos amigos de infância de Pelé -, o craque Pelezinho fez sucesso, marcou época e deixou saudade quando saiu definitivamente das bancas, há mais de 20 anos. Em 2012, com o retorno do rei dos campinhos em uma série de republicações, as novas gerações de leitores puderam, enfim, conhecer esse clássico dos quadrinhos nacionais.As aventuras de Beto Carrero (CLUQ, 1985) - Em programas de rádio e nos rodeios, o empresário João Batista Sérgio Murad encarnava o personagem Beto Carrero desde 1970. Mas só se tornou nacionalmente conhecido a partir de meados da década de 1980, quando participou de alguns filmes dos Trapalhões e estrelou uma revista em quadrinhos que durou apenas cinco edições bimestrais. O gibi, em formato magazine, trazia HQs em preto e branco, escritas por Gedeone Malagola e desenhadas por Eugênio Colonnese. Um faroeste à brasileira, com cenários como o Pantanal, onde o caubói enfrentava os bandidos sem usar arma de fogo, valendo-se apenas de um chicote.

Na edição de estreia, o leitor encontrava o regulamento de um concurso cultural que premiaria os vencedores com um cavalo e um pônei.Revista da Xuxa (Globo, 1988) - A Rainha dos Baixinhos estava no auge do sucesso entre as crianças - e os marmanjos, também -, quando virou título de gibi, transformando-se de vez na adolescente que se mostrava na TV.
As histórias da personagem eram mais voltadas para o público feminino. Mas, se nas aventuras da revista as meninas se divertiam com as paquitas, eram o mosquito Dengue e a tartaruga Praga que chamavam a atenção dos meninos.

Foram mais de 60 edições mensais, além de um almanaque periódico e alguns especiais.



Revista do Gugu em Quadrinhos (Abril, 1988) - O apresentador de TV viciado em audiência era a menina dos olhos do SBT e não perdeu a chance de embarcar numa versão cartunesca. No entanto, ao contrário do que se mostrava comum naqueles tempos, continuou adulto nas HQs.

Ele protagonizava aventuras de ação e humor - às vezes com pitadas de super-heroísmo - que atraíam o interesse dos garotos, embora não faltasse uma dose de romance para provocar suspiros nas garotas.

Durou 20 edições mensais e quatro almanaques periódicos.

O personagem ainda estrelou outra série na década de 1990, dessa vez pela editora Sequência.

Revista do Sérgio Mallandro em quadrinhos (Abril, 1988) - “Rá! Glu glu yeah yeah!” já era o inconfundível bordão do apresentador, animador de auditório, ator, cantor e - ufa! - humorista Sérgio Mallandro e virou mania entre os leitores do gibi que ele estrelou na mesma época em que apresentava o programa infantil Oradukapeta, pelo SBT.
 Nas HQs, ele era simplesmente aquele que continua interpretando até hoje na vida real: uma criança vivendo no corpo de um adulto. Pela Abril, a publicação seguiu até 1990. No mesmo ano, foi para a Globo e chegou ao fim em 1992.
Quadrinhos do Faustão (Abril, 1991) - Apenas dois anos depois de estrear na TV Globo com o programa Domingão do Faustão, o jornalista e apresentador Fausto Silva chegou às HQs.
O sucesso na tela pequena justificava a exploração da imagem do artista em outras mídias, mas também era certo que os pais não gostavam de ver os filhos repetindo o vocabulário escrachado (incluindo palavrões) que ele costumava dizer na TV - por isso mesmo, houve um apelo imediato com a criançada. Mas, no gibi, Faustão era adulto e estava sempre ancorado por duas crianças, os sobrinhos Faustinho e Faustina, responsáveis pelo humor da revista.

A publicação não chegou a completar um ano nas bancas.Leandro & Leonardo (Globo, 1991) - A dupla sertaneja se transformou em garotos bons de viola e de traquinagens. A revista também trazia pôsteres dos dois irmãos e de outros cantores sertanejos, além de entrevistas com artistas desse estilo musical. Mais segmentado, impossível. Foi publicada até a edição # 19.Angélica (Bloch, 1989) - Jovem, loura, apresentadora de programa infantil na TV e ganhando uma versão em quadrinhos? Um ano antes, isso já tinha sido visto, mas Angélica repetiu, em 1989, aquilo em que a concorrente Xuxa havia sido pioneira.
Notoriamente criado para as meninas, o gibi começou numa linha “contos de fadas” que, com as devidas proporções que a comparação exige, mais parecia uma versão colorida e menos dramática das aventuras da princesa Ametista, personagem clássica da DC Comics.

Em pouco tempo, a revista mudou o logotipo e o direcionamento das histórias, que passaram a ser um pouco mais voltadas para situações simples e cotidianas.

Circulou pelas bancas até 1992, chegando a 20 edições publicadas.

Senninha e sua turma (Abril, 1994) - Um dos gibis brasileiros mais lembrados pelos leitores. Foi lançado dois meses antes da morte do piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna e - talvez por isso - fez sucesso até o fim da década, com o personagem (versão infantil do esportista) estrelando, também, edições especiais e até um álbum de figurinhas.


A galeria de coadjuvantes de Senninha, com destaque para o gago Bate-Pino e o vilão mirim Braço Duro, era um dos destaques do gibi, que deixou as bancas em 1999. No mesmo ano, a revista aportou na Brainstore e foi cancelada em 2000. Oito anos depois, retornou pela HQM Editora e durou até 2010.Aninha (Nova Cultural, 1998) - Para crianças pequenas. E mais ainda para as meninas. Lançada quando Ana Maria Braga despontava na TV com o programa Note e Anote, da TV Record, a revista estrelada pela versão infantil da apresentadora trazia como chamariz o Louro José - assim como era, e continua sendo, na televisão. O gibi durou até o início de 2001.As aventuras eróticas de Tiazinha (Abril, 2001) - A modelo Suzana Alves levava os homens à loucura, com sua personagem sadomasoquista Tiazinha. Depois de estrelar ensaios sensuais em vídeos e revistas masculinas, ela elevou os níveis de testosterona dos marmanjos ao protagonizar um fetiche em forma de fotogibi. Na fotonovela, Tiazinha e outras estonteantes mulheres atuavam sem roupa - sem esse incômodo, elas puderam exibir uma exuberante fotogenia. Produzida pela Fábrica de Quadrinhos, a revista apresentava uma aventura “erótico-vampiresca” que utilizava cenários criados digitalmente. Sobreviveu por apenas uma edição.

ARTISTAS QUE VIRARAM HISTORIAS EM QUADRINHOS NO BRASIL

Revista da XuxaNas décadas de 1940 a 1980, com frequência, nomes destacados da política, da história e das artes do Brasil costumavam ganhar versões em quadrinhos. Em sua quase totalidade, eram edições especiais biográficas. Nada, porém, que os transformasse em astros dos gibis.

Nos anos 1950, a La Selva encabeçou as exceções que confirmavam essa regra e sacudiu o mercado com uma proposta diferente.

Os Trapalhões
Apostando em nomes de sucesso dos filmes de comédia da época, a editora publicou títulos como Oscarito e Grande Otelo e Mazzaropi, ambos chegando até a década seguinte nas bancas.

Nas HQs, os comediantes viviam as mais diversas aventuras, em cenários e situações que, embora muitas vezes familiares ao que o público via nos filmes, não economizavam na imaginação. Coordenadas por Jayme Cortez, as histórias contavam, dentre outros desenhistas, com o já consagrado Messias de Mello - considerado, até hoje, o melhor e mais destacado quadrinhista alagoano de todos os tempos.

A La Selva também lançou gibis estrelados por Carequinha, Arrelia e Fuzarca, famosos palhaços que, durante muito tempo, fizeram a alegria das crianças nos circos, no rádio e na TV. Acompanhados de Fred, Pimentinha e Torresmo, seus respectivos ajudantes - ou “escadas”, no jargão dos humoristas -, eles também conquistaram os quadrinhos em aventuras que não se passavam apenas num circo e marcaram o início de carreira de muitos artistas, como Julio Shimamoto (que assinou os desenhos de várias HQs da revista Carequinha e Fred).
Mas foi no final dos anos 1970 que teve início uma nova fase das celebridades do Brasil nos quadrinhos, numa onda que atravessou a década de 1980, começou a diminuir na seguinte e se diferenciou por transformar as personalidades da mídia em crianças.
Conheça ou relembre alguns gibis que ajudaram a eternizar muitas celebridades brasileiras. E não se espante se - independentemente da qualidade editorial de grande parte deles - reconhecer que vários dessas publicações marcaram sua infância.
Os Trapalhões (Bloch, 1976) - Uma das mais cultuadas revistas em quadrinhos produzidas no Brasil. O saudoso quarteto de humoristas protagonizou nos gibis as mais loucas aventuras, nas quais o politicamente incorreto dava o tom das piadas sobre política, religião, gays, mulheres e outros temas palpitantes, não poupando nem mesmo outras celebridades (nacionais ou estrangeiras).

PelezinhoNo final dos anos 1980, os personagens migraram para a Editora Abril, virando crianças e mudando o conceito de suas histórias, mais conectadas ao mundo infantil.


Pelezinho (Abril, 1977) - Inspirado no rei do futebol, o personagem inaugurou a era das versões infantis das celebridades. Acompanhado de uma carismática galeria de coadjuvantes - que competiam com ele na preferência dos fãs e eram, em sua maioria, baseados nos amigos de infância de Pelé -, o craque Pelezinho fez sucesso, marcou época e deixou saudade quando saiu definitivamente das bancas, há mais de 20 anos.
Em 2012, com o retorno do rei dos campinhos em uma série de republicações, as novas gerações de leitores puderam, enfim, conhecer esse clássico dos quadrinhos nacionais.
As aventuras de Beto Carrero (CLUQ, 1985) - Em programas de rádio e nos rodeios, o empresário João Batista Sérgio Murad encarnava o personagem Beto Carrero desde 1970. Mas só se tornou nacionalmente conhecido a partir de meados da década de 1980, quando participou de alguns filmes dos Trapalhões e estrelou uma revista em quadrinhos que durou apenas cinco edições bimestrais.

O gibi, em formato magazine, trazia HQs em preto e branco, escritas por Gedeone Malagola e desenhadas por Eugênio Colonnese. Um faroeste à brasileira, com cenários como o Pantanal, onde o caubói enfrentava os bandidos sem usar arma de fogo, valendo-se apenas de um chicote.

Na edição de estreia, o leitor encontrava o regulamento de um concurso cultural que premiaria os vencedores com um cavalo e um pônei.
Revista da Xuxa (Globo, 1988) - A Rainha dos Baixinhos estava no auge do sucesso entre as crianças - e os marmanjos, também -, quando virou título de gibi, transformando-se de vez na adolescente que se mostrava na TV.

As histórias da personagem eram mais voltadas para o público feminino. Mas, se nas aventuras da revista as meninas se divertiam com as paquitas, eram o mosquito Dengue e a tartaruga Praga que chamavam a atenção dos meninos.
Foram mais de 60 edições mensais, além de um almanaque periódico e alguns especiais.

Revista do GuguRevista do Gugu em Quadrinhos (Abril, 1988) - O apresentador de TV viciado em audiência era a menina dos olhos do SBT e não perdeu a chance de embarcar numa versão cartunesca. No entanto, ao contrário do que se mostrava comum naqueles tempos, continuou adulto nas HQs.

Ele protagonizava aventuras de ação e humor - às vezes com pitadas de super-heroísmo - que atraíam o interesse dos garotos, embora não faltasse uma dose de romance para provocar suspiros nas garotas.
Durou 20 edições mensais e quatro almanaques periódicos.

O personagem ainda estrelou outra série na década de 1990, dessa vez pela editora Sequência.
Revista do Sérgio Mallandro em quadrinhos (Abril, 1988) - “Rá! Glu glu yeah yeah!” já era o inconfundível bordão do apresentador, animador de auditório, ator, cantor e - ufa! - humorista Sérgio Mallandro e virou mania entre os leitores do gibi que ele estrelou na mesma época em que apresentava o programa infantil Oradukapeta, pelo SBT.


Nas HQs, ele era simplesmente aquele que continua interpretando até hoje na vida real: uma criança vivendo no corpo de um adulto.
Pela Abril, a publicação seguiu até 1990. No mesmo ano, foi para a Globo e chegou ao fim em 1992.

Quadrinhos do FaustãoQuadrinhos do Faustão (Abril, 1991) - Apenas dois anos depois de estrear na TV Globo com o programa Domingão do Faustão, o jornalista e apresentador Fausto Silva chegou às HQs.

O sucesso na tela pequena justificava a exploração da imagem do artista em outras mídias, mas também era certo que os pais não gostavam de ver os filhos repetindo o vocabulário escrachado (incluindo palavrões) que ele costumava dizer na TV - por isso mesmo, houve um apelo imediato com a criançada.
Mas, no gibi, Faustão era adulto e estava sempre ancorado por duas crianças, os sobrinhos Faustinho e Faustina, responsáveis pelo humor da revista.

Angélica

A publicação não chegou a completar um ano nas bancas.
Leandro & Leonardo (Globo, 1991) - A dupla sertaneja se transformou em garotos bons de viola e de traquinagens.
A revista também trazia pôsteres dos dois irmãos e de outros cantores sertanejos, além de entrevistas com artistas desse estilo musical. Mais segmentado, impossível.
Foi publicada até a edição # 19.
Angélica (Bloch, 1989) - Jovem, loura, apresentadora de programa infantil na TV e ganhando uma versão em quadrinhos?
Um ano antes, isso já tinha sido visto, mas Angélica repetiu, em 1989, aquilo em que a concorrente Xuxa havia sido pioneira.

Notoriamente criado para as meninas, o gibi começou numa linha “contos de fadas” que, com as devidas proporções que a comparação exige, mais parecia uma versão colorida e menos dramática das aventuras da princesa Ametista, personagem clássica da DC Comics.
AninhaEm pouco tempo, a revista mudou o logotipo e o direcionamento das histórias, que passaram a ser um pouco mais voltadas para situações simples e cotidianas.

Circulou pelas bancas até 1992, chegando a 20 edições publicadas.
SenninhaSenninha e sua turma (Abril, 1994) - Um dos gibis brasileiros mais lembrados pelos leitores. Foi lançado dois meses antes da morte do piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna e - talvez por isso - fez sucesso até o fim da década, com o personagem (versão infantil do esportista) estrelando, também, edições especiais e até um álbum de figurinhas.

A galeria de coadjuvantes de Senninha, com destaque para o gago Bate-Pino e o vilão mirim Braço Duro, era um dos destaques do gibi, que deixou as bancas em 1999.
No mesmo ano, a revista aportou na Brainstore e foi cancelada em 2000. Oito anos depois, retornou pela HQM Editora e durou até 2010.
Aninha (Nova Cultural, 1998) - Para crianças pequenas. E mais ainda para as meninas.
Lançada quando Ana Maria Braga despontava na TV com o programa Note e Anote, da TV Record, a revista estrelada pela versão infantil da apresentadora trazia como chamariz o Louro José - assim como era, e continua sendo, na televisão.
O gibi durou até o início de 2001.
As aventuras eróticas de Tiazinha (Abril, 2001) - A modelo Suzana Alves levava os homens à loucura, com sua personagem sadomasoquista Tiazinha.
As aventuras eróticas de Tiazinha
Depois de estrelar ensaios sensuais em vídeos e revistas masculinas, ela elevou os níveis de testosterona dos marmanjos ao protagonizar um fetiche em forma de fotogibi.
Na fotonovela, Tiazinha e outras estonteantes mulheres atuavam sem roupa - sem esse incômodo, elas puderam exibir uma exuberante fotogenia.
Produzida pela Fábrica de Quadrinhos, a revista apresentava uma aventura “erótico-vampiresca” que utilizava cenários criados digitalmente.
Sobreviveu por apenas uma edição.

— 1 year ago

Pepi Papo nº 8
  



 A revista Pepi Papo teve 10 edições, e, como o título da revista diz, trazia os quatro personagens que tinham em comum o bom humor e o fato de seus nomes começarem com a letra P - Pestana, Pinduca, Pafúncio e Popeye. Editora SABER - 1972 Download: Mediafire Fonte: Bartolomeu 777

Pepi Papo nº 8


A revista Pepi Papo teve 10 edições, e, como o título da revista diz, trazia os quatro personagens que tinham em comum o bom humor e o fato de seus nomes começarem com a letra P - Pestana, Pinduca, Pafúncio e Popeye.

Editora SABER - 1972
Download: Mediafire
Fonte: Bartolomeu 777

— 1 year ago with 1 note
#POPEYE  #PEPIPAPO  #REVISTA ANTIGA 

MILO MANARA & FEDERICO FELLINI - Viagem a Tulum

Viaggio a Tulum. Série em três edições. 1991. Editora Globo.


A admiração de Manara por Federico Fellini está bem expressa em histórias como Reclame e Sem Título, inclusive no primeiro Clic os personagens vão ao cinema ver Casanova, de… Fellini.  Dessa admiração mútua nasceu uma sólida amizade que resultou em várias colaborações (Manara fez as ilustrações para os cartazes de Intervista e As Vozes da Lua) que culminaram neste Viagem a Tulum e no A Viagem de G. Mastorna, um outro projeto cinematográfico nunca concretizado que a morte de Fellini em 1994 deixou incompleto, também em quadrinhos.




































Em Viagem a Tulum, Manara demonstra porque a HQ é considerada a nona arte ou o “cinema dos pobres”. Apenas com um lápis e o seu imenso talento o desenhista italiano constrói uma verdadeira superprodução, com Marcello Mastroianni no principal papel e a participação especial de Moebius e Jodorowsky, além do jornalista Vincenzo Mollica, verdadeiro “padrinho” de todo este projeto.






































Viagem a Tulum é um album de quadrinhos fascinante. O traço preciso e leve de Manara alia-se na perfeição às palavras de Fellini para criar um ambiente onírico, de uma realidade quase surreal onde parece não haver fronteira entre o sonho e o mundo. Manara mantém o corpo e o espírito do argumento, mas inicia a história com um percurso pela Cinecittá, como uma entrevista aos sonhos de um realizador que contempla um lago onde se afundam/surgem as suas ideias. Manara encontra inúmeras formas de homenagear Fellini - desde a imagem contemplativa de um sonhador apaixonante a referências explícitas ao mais famoso filme de Fellini, La Dolce Vita, com uma caótica cena de papparazis que se atropelam para ver um Mastroianni metamorfoseado em Fellini nas ruas de Los Angeles.






































Viagem a Tulum conduz-nos através da imaginação de Fellini, desde as reminiscências da Cinecittá até aos delírios inspirados na mitologia tolteca, utilizando Mastroianni, ator recorrente na filmografia de Fellini, como um alter-ego mundano e elegante do autor. É uma história de sonhos e sonhadores, de almas repletas da mais bela fantasia.



“Eu não sou Marcello Mastroianni. Ele é meu sósia, meu alter-ego. Giulietta Masina e Anita Ekberg também são. Todos os personagens que dirigi são alter-egos (exceto, talvez, os rinocerantes em E La Nave Va). Se Marcello usar meu chapeu, não é para identificá-lo a mim, mas para criar uma transmissão de pensamento e tornar possível o simulacro…
Eu o forço a se parecer comigo porque essa é a maneira mais fácil de enxergar o personagem e sua história. Uma operação delicada que só é possível graças a uma amizade profunda e ao desejo sem pudor de se colocar no espetáculo.” (Federico Fellini)

— 1 year ago with 17 notes
#MANARA  #MILO MANARA  #Viagem a Tulum 



Sheena a Rainha das Selvas

Curta as aventuras da Sheena a gostosa rainha da selva!
Outras beldades da selva: Lorna,Shana

 Editora EBAL - 1984 Download: Mediafire Fonte: Guia Ebal

Sheena a Rainha das Selvas

Curta as aventuras da Sheena a gostosa rainha da selva!

Outras beldades da selva: Lorna,Shana


Editora EBAL - 1984
Download: Mediafire
Fonte: Guia Ebal

— 1 year ago with 2 notes
#Sheena a Rainha das Selvas  #EBAL